Para grandes dados, grandes remédios

Está preparado para a realidade Big Data?
As empresas que trabalharem melhor toda a informação, ou seja, que produzirem mais rapidamente resumos e sínteses para tomar decisões, vão adiantar-se em relação às outras.

 


Como viu, este artigo começa desde logo com um conjunto de números muito, muito grandes.
É disso mesmo que lhe queremos falar. Números gigantescos.

Certamente já conhece uma das expressões do momento: Big Data. Embora esta seja uma questão relativamente nova, tem preocupado muitos decisores. E com razão.
No fundo, tudo se relaciona com a quantidade incrível de informação que existe hoje. As empresas estão inundadas de informação. Tanto sob a forma de dados estruturados (ou seja, que estão no seu sistema de gestão) como não estruturados (filmes e emails, por exemplo).

 

 

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Como se isso não implicasse já quantidades colossais de informação, as organizações também recebem dados a partir de sistemas exteriores.
Há dispositivos a produzir informação constante, normalmente ligados à internet. Os sensores, as câmaras e os smartphones são apenas alguns exemplos de aparelhos que geram enormes quantidades de dados. Um nome genérico para esta realidade é Internet das Coisas.

 

 

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O prefixo “zetta” já faz parte do léxico corrente dos sistemas de armazenamento de informação. Portanto, estamos a falar de zettabytes, 10²¹ bytes. O incrível número que corresponde a milhares de milhões de milhões de milhões de bytes. Ou seja, milhões de milhões de gigabytes.
As grandes corporações armazenam internamente múltiplos petabytes (milhões de gigabytes) e mesmo pequenas e médias empresas trabalham com dezenas de terabytes (milhares de gigabytes) de dados.

 

 

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Mas não vai ficar por aqui. Este volume tende a crescer geometricamente. Por outro lado, a competitividade e a velocidade do mundo dos negócios tendem a crescer exponencialmente.
Foi esta enorme acumulação de informação que levou à criação da expressão Big Data.
E, mais importante, levou ao aparecimento de um dos maiores desafios de sempre para os empresários: extrair valor estratégico de toda essa imensidão de dados. Como podem então as empresas tomar decisões rápidas baseadas em dados específicos e concretos?

 

 

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A expressão “Big Data” não trata apenas de designar grandes volumes de dados. Quando uma empresa implementa uma solução Big Data significa que adotou mecanismos para lidar, analisar e mesmo retirar mais-valias do facto de haver tanta informação.

A tecnologia pode ser aqui o seu braço direito. Ou não estivéssemos num mundo digital.
O tratamento desta informação exige a implementação de circuitos, a criação de interfaces, a monitorização de processos. Ou, de um modo mais simples, exige preparação, trabalho e estratégia. A tecnologia existe para assistir precisamente nessas áreas.
É muitas vezes no sistema de informação que está a diferença entre analisar correta ou incorretamente a informação.

 

 

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É essencial porém notar a necessidade de uma configuração personalizada. A expressão “cada caso é um caso” vale para muitas situações do mundo empresarial, e aqui é de certeza uma delas.
Cada empresa terá de procurar o seu caminho para um processamento ideal dos dados, tendo em conta a natureza específica desses dados e os objetivos do seu negócio. Esse caminho não precisa de ser determinado apenas pelas gerências e pelos departamentos de TI, também os fornecedores e implementadores da tecnologia têm a obrigação de ajudar as empresas nesse percurso.

 

 

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Os pormenores desse caminho têm muito a ver com a “variedade” dos dados. Isto porque Big Data não é apenas uma questão de “quantidade”.
Um exemplo muito simples e recorrente pode ver-se nas relações com os Clientes. Hoje em dia faz mais sentido do que nunca ter uma visão 360º de cada Cliente. Para conseguir isso é necessário percorrer grandes dimensões de dados, já vimos isso, mas também uma grande variedade.
Conhecer um Cliente e os critérios aos quais reage implica analisar os registos de toda a sua atividade com a empresa (a partir do software de gestão interno), mas também a comunicação com os vários canais (mail, Facebook), os pensamentos sobre a empresa (Twitter, fóruns), a presença na internet (páginas, anúncios, blogues), a previsão do que poderá preferir no futuro, e a lista continua.

Esta é uma das ironias do Big Data. Quanto mais dados surgem, mais informação e conhecimento se consegue. Mas mais difíceis se tornam de aceder e processar. E principalmente, de usar para tomar as melhores decisões.

 

 

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É por isso que as empresas têm mesmo de estar preparadas.
As que trabalharem melhor esta informação, ou seja, que produzirem mais rapidamente resumos e sínteses para tomar decisões, vão adiantar-se em relação às outras.

Muitas vezes o que acontece é que a informação até já está dentro do sistema. Mas como os humanos a desconhecem não puderam decidir sobre ela e perderam assim a oportunidade. Apenas os sistemas integrados têm a capacidade de identificar toda a informação útil e mostrá-la aos utilizadores. Este é talvez um dos aspetos mais úteis e significativos de um software de gestão preparado para a realidade Big Data.

O paradigma hoje em dia é este. Simplesmente não é possível gerir toda a informação sem um sistema preparado para o efeito.
Para grandes dados, grandes remédios, e uma base de dados com quatrilhões de bytes são muitos dados.

Atualize-se e veja de imediato a compensação desse esforço. Trabalhar bem toda a sua informação significa decidir melhor. E como todos sabemos, quem decide melhor é quem ganha.

 

 

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